Crianças e adolescentes que perderam os pais para a guerra das facções estão abandonados nas ruas de Fortaleza. Foram igualmente deixados para trás pelos familiares e pelo Poder Público. Vivendo faltas parecidas, mas que doem diferente, esses meninos sobrevivem tentando descobrir o caminho mais fácil, em meio a tantos caminhos difíceis. Não parece haver saída em nenhum deles, mas caminham, procuram quem lhes mate a fome ou apenas lhes olhem nos olhos

Texto: Márcia Feitosa Publicado em 28.04.2018